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Antes das três, uma condição de partida. Todas pressupõem que você já escolheu o trecho, a data aproximada e a classe do bilhete que pretende emitir, e que consultou o preço dele em dinheiro no mesmo dia da promoção.
Sem esses dois números, nenhuma conta funciona. A promoção existe justamente para ser aceita antes que eles sejam consultados, e a contagem regressiva no topo da página serve para encurtar o tempo entre o impulso e o clique.
Com o preço da passagem paga e a quantidade de pontos da emissão na mão, o resto é aritmética de trinta segundos. As três contas abaixo mudam a resposta ou eliminam a compra por completo.
1. Divida o preço do pacote pelo número de milheiros. Setecentos reais divididos por vinte dão R$ 35 por milheiro. Esse número é o seu custo travado e serve de piso para julgar qualquer resgate futuro do mesmo programa.
2. Calcule o rendimento do bilhete pretendido antes de comprar. Pegue o preço da passagem em dinheiro, subtraia as taxas que a emissão premiada cobra à parte e divida pelos milheiros pedidos. Abaixo de R$ 35 a compra é prejuízo; acima de R$ 50 ela costuma valer com folga.
3. Compre apenas a diferença que falta para a emissão. Se você tem 78.000 pontos e a passagem pede 90.000, o pacote certo é o menor que cobre os 12.000 restantes, nunca o maior com desconto por volume que sobra na conta.
A conta 1 é a que dá a régua, porque o número que sai dela julga todo uso posterior daquele saldo. A 2 é a que separa oportunidade de armadilha e a 3 é a que impede o desconto por volume de decidir no seu lugar.
Repita a divisão em toda oferta que envolva compra ou transferência de pontos, não só na promoção direta. Bônus de transferência de cartão, clube de assinatura mensal e campanha de aniversário usam a mesma lógica de câmbio e entregam custos por milheiro que variam de R$ 14 a R$ 45 dentro do mesmo programa.
O teste inteiro cabe numa linha. Antes de comprar qualquer ponto, escreva o custo por milheiro do pacote e o rendimento por milheiro do bilhete que você pretende emitir, lado a lado, no mesmo papel.
Na nossa opinião: com o custo travado em R$ 35 e a maioria das emissões nacionais rendendo entre R$ 35 e R$ 40 por milheiro, a promoção só compensa para quem tem uma emissão internacional em classe superior já mapeada e precisa apenas fechar a diferença de saldo.
"Quantos pontos você comprou antes de saber para onde eles iam?"
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